Error log de GMAT: como registrar erros que viram pontos
Quase todo candidato mantém alguma forma de error log, e quase todo error log é inútil. O motivo é sempre o mesmo: ele registra o que era a resposta certa em vez de registrar por que a decisão foi tomada errado.
Os campos que importam
- Fonte e número da questão, para poder refazer depois.
- Tempo gasto — acima ou abaixo do alvo da seção.
- Causa raiz classificada: conteúdo, interpretação, armadilha, cálculo, tempo ou desatenção.
- Decisão correta em prova: o que você deveria ter feito naquele momento, incluindo 'chutar e seguir'.
- Data da próxima revisão.
Classificar causas é o que gera diagnóstico
Quando cada erro tem uma causa etiquetada, o log deixa de ser uma lista e vira um dashboard. Depois de 60 ou 80 registros fica evidente que, por exemplo, 40% dos erros vêm de interpretação de enunciado — e aí o plano de estudo muda de conteúdo para leitura ativa.
Revisão espaçada: 1, 3, 7, 21 dias
Refazer a questão no dia seguinte não prova nada: você lembra da resposta. O ciclo útil é revisitar em 1, 3, 7 e 21 dias, refazendo a questão do zero e comparando a decisão com a que você registrou. Se o processo se repetir corretamente duas vezes seguidas, o item sai do ciclo.
Chute estratégico também entra no log
Marcar um chute deliberado como erro comum distorce as estatísticas. Registre-o separadamente: um chute feito no tempo certo, numa questão que estava perdida, é uma decisão correta — mesmo quando o resultado é um erro.
Error log bom é curto em texto e rico em causa. Ele existe para mudar decisões futuras, não para arquivar gabaritos.
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